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TRUSTVASP · SEGURANÇA E COMPLIANCE

Governança para
uma operação
responsável.

Políticas, proteção de informações e rastreabilidade no modelo de serviços de ativos virtuais para fintechs.

Requisitos de referência · aplicação conforme o serviço e os contratos.

ESTRUTURA DE CONTROLE01 — 04
BASE DO MODELO

Governança

Políticas · Alçadas · Responsabilidades

01 / IDENTIDADE

Acesso delimitado

Perfis e permissões

02 / PROTEÇÃO

Dados protegidos

Privacidade e segregação

03 / INTEGRIDADE

Operações vinculadas

Autorizações e conciliação

04 / EVIDÊNCIAS

Histórico rastreável

Registros e acompanhamento

Visão conceitual dos requisitos de referência.

RESPONSABILIDADES

Decisões, execução
e supervisão.

A contratação de tecnologia ou de serviços especializados não transfere, por si, a responsabilidade pelas decisões e obrigações de cada participante.

Políticas e decisões

Definição de políticas e alçadas da atividade de ativos virtuais, critérios de aceitação e tratamento das ocorrências pela entidade responsável.

Intermediação e suporte

Integração dos serviços e registros conforme o escopo contratado, com responsabilidades próprias pela plataforma e pelo tratamento de informações.

Serviços especializados

Verificações, sinais de risco e infraestrutura nos limites dos contratos. Os resultados subsidiam decisões e preservam a avaliação da entidade responsável.

REQUISITOS DE REFERÊNCIA

Controles organizados
por finalidade.

Os requisitos abaixo orientam o modelo de controle. Não representam atestado de implementação integral na TrustVasp.

01 / DILIGÊNCIA

Clientes e operações

Identificar clientes e, quando aplicável, beneficiários finais; avaliar risco cadastral e transacional; revisar informações e tratar alertas segundo políticas e alçadas. KYC/KYB e KYT apoiam os procedimentos de prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo e da proliferação de armas de destruição em massa (PLD/FTP).

02 / ACESSO

Identidade e permissões

Restringir acessos por função e necessidade, utilizar autenticação reforçada nos acessos sensíveis e revisar privilégios. Separar credenciais de pessoas e serviços, com rastreabilidade de concessões e revogações.

03 / DADOS

Proteção e privacidade

Proteger dados em trânsito e armazenamento, manter credenciais em cofre e limitar a coleta e o acesso à finalidade do serviço. Definir responsabilidades, retenção, descarte e procedimentos para atendimento aos titulares.

04 / SEGREGAÇÃO

Ambientes e informações

Separar produção, desenvolvimento e homologação; delimitar acessos por entidade, cliente e serviço. Proteger recursos internos e evitar o uso indiscriminado de dados reais em ambientes de teste.

05 / MOVIMENTAÇÕES

Autorizações e integridade

Vincular a ordem à obrigação e ao contexto do cliente; verificar destino, ativo, limites e alçadas. Prever aprovação independente nas operações e alterações críticas e correlacionar os registros internos, do provedor e da rede.

06 / EVIDÊNCIAS

Auditoria e rastreabilidade

Registrar identidade, data, operação, decisão e resultado. Correlacionar eventos por identificadores, preservar evidências e controlar o acesso aos registros, sem inserir segredos em logs comuns.

07 / RESILIÊNCIA

Monitoramento e continuidade

Acompanhar eventos e alertas, classificar incidentes e executar respostas conforme autoridade definida. Manter backups, testar restauração e estabelecer objetivos de recuperação compatíveis com os serviços.

08 / SUPERVISÃO

Terceiros e mudanças

Delimitar contratos e responsabilidades dos fornecedores, avaliar riscos e acompanhar o serviço contratado. Submeter mudanças relevantes a revisão, testes e aprovação, com registro de versão e possibilidade de reversão.

09 / OBRIGAÇÕES

Informações e comunicações

Organizar registros de suporte à análise contábil, fiscal e regulatória, respeitando entidade e competência. Submeter o enquadramento e as comunicações aplicáveis aos responsáveis; um alerta técnico não equivale a reporte regulatório.

SEGURANÇA E COMPLIANCE

Gestão de riscos e
supervisão dos controles.

O modelo de governança contempla a definição de responsáveis, a classificação dos riscos e a revisão dos controles conforme a natureza dos serviços. Políticas, procedimentos e registros constituem a base para o acompanhamento das atividades e a prestação de informações aos responsáveis.

Avaliação dos controles

O escopo de avaliação abrange permissões de acesso, proteção de dados, rastreabilidade das movimentações, tratamento de alertas e continuidade dos serviços. As revisões devem registrar evidências, conclusões, responsáveis e medidas de adequação.

Gestão de incidentes e melhoria contínua

Os procedimentos devem prever identificação e classificação de ocorrências, contenção, recuperação e comunicação aos responsáveis, conforme o impacto e as obrigações aplicáveis. Planos de ação e testes periódicos orientam o aperfeiçoamento dos controles.

PARCEIROS

Fortbix
Fireblocks
idwall
TRM
VelaFi

GRUPO SRM

TrustVasp no
ecossistema do grupo.

Integrante do grupo SRM, a TrustVasp atua na frente de serviços de ativos virtuais para fintechs, com foco em gestão de wallets. Sua atuação é distinta da TRUST, dedicada ao crédito para PMEs. Cada participante mantém as responsabilidades correspondentes aos seus serviços e contratos.

Ecossistema SRM: SRM IP, serviços financeiros e conta digital; SRM Asset, crédito corporativo;
              SRM Ventures, equity em empresas de tecnologia; SRM Securitizadora, securitização de recebíveis;
              SRM DCM, crédito estruturado; TRUST, crédito para PMEs; SRM DTVM, administração e distribuição de
              valores mobiliários; TrustVasp, serviços de ativos virtuais para fintechs e gestão de wallets.
Ecossistema de serviços do grupo SRM. Selecione o diagrama para ampliar.